31

outubro

A Revista Sempre Materna está lançando um concurso cultural exclusivo para as assinantes e ex-assinantes. Para participar é simples! Envie um fato interessante que tenha ocorrido durante a gestação, hora do parto ou nos primeiros dias de vida do bebê, para concurso@semprematerna.com.br.

A melhor história será publicada na Revista Sempre Materna. A autora ainda leva de presente o livro “Acontecia enquanto eu nascia”, uma excelente recordação do dia do nascimento de seu pequeno. Ele é individual e personalizado, feito sob medida para cada criança. Leia nosso regulamento e participe!

Regulamento

1. Este é um concurso de caráter exclusivamente cultural, realizado pelo Projeto Sempre Materna, sem nenhuma modalidade de sorteio ou pagamento e que será realizada no período de 31 de outubro de 2011 até 18 de novembro de 2011, nas condições abaixo discriminadas.

2. O concurso tem abrangência nacional e é aberto a todos, exceto para empregados da Sempre Materna.

3. As histórias devem ser enviadas para o email concurso@semprematerna.com.br junto com nome completo e endereço da participante.

4. As participantes declaram ser as autoras das respostas, sendo responsáveis pelo seu conteúdo.

5. Será premiada 01 (uma) participante com a história mais interessante escolhida pela equipe do Projeto Sempre Materna, sendo sua decisão soberana e irrecorrível.

6. O prêmio para a contemplada é 01 (um) livro “Acontecia enquanto eu nascia” e a publicação da história na Revista Sempre Materna.

7. O resultado será publicado no site da Sempre Materna, assim como no Facebook (www.facebook.com/SempreMaterna) e Twitter (@semprematerna), no dia 21 de novembro.

8. O prêmio será enviado no endereço informado pela participante no email.

9. A entrega do prêmio depende exclusivamente dos Correios e está sujeita a atrasos.

10. O prêmio é individual, intransferível, em hipótese alguma a premiada poderá trocar seu prêmio ou recebê-lo em dinheiro.

11. As respostas encaminhadas passarão a ser de propriedade do Projeto Sempre Materna.

12. Ao participar deste concurso cultural, as participantes concordam totalmente com este regulamento. Do mesmo modo, as participantes cedem e transferem ao Projeto Sempre Materna os direitos de utilização de seus textos, nomes, imagens e sons de voz, gratuitamente, sem qualquer ônus para a empresa, visando à produção da campanha de divulgação do resultado.

13. As inscrições que estiverem em desacordo com as normas estabelecidas no presente regulamento serão desclassificadas.

14. Este regulamento poderá ser alterado a qualquer momento, seguindo critérios do Projeto Sempre Materna, sem aviso prévio, desde que haja divulgação do mesmo.

02

maio

2 de maio de 2011 | Por: Keila

costaodosantinho

18

março

Atchim, saúde!

18 de março de 2011 | Por: Keila

Espirro, tosse, corisa, esses sintomas típicos você já conhece. É a famosa gripe que não escolhe, dia, hora nem se está grávida ou não para atacar. As futuras mamães sabem que devem ficar longe desse vírus danado, pois o desconforto nessa fase é ainda maior.

Remédios, nem pensar! Quando os primeiros sinais aparecerem o melhor a fazer é conversar com seu obstetra e ver o que pode e não pode para o tratamento.

Além do médico, há mais uma pessoa que pode controlar e prevenir a situação. Nós mesmas. Isso, manter uma alimentação saudável e balanceada com frutas, legumes, verduras, e ingerir bastante líquido são boas dicas para afastar a gripe.

Outro método indicado, inclusive para as “barrigudinhas” é a vacina contra a gripe. Pensando nisso, o Ministério da Saúde realiza a 13ª Campanha Nacional de Vacinação acontecerá no período de 25 de abril a 13 de maio em 65 mil postos em todo o país. Estão inclusos na campanha não só as gestantes, mas também crianças menores de dois anos, trabalhadores de saúde, idosos e indígenas.

Participe e proteja-se do atchim!

Para os pequenos

Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, quando será aplicada meia dose em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada, então, a segunda dose.

Mas, atenção!

Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.

blog

04

março

Hora de cair na folia!

4 de março de 2011 | Por: Keila

carnavalMamae

Pular pode não ser a palavra mais indicada para as “barrigudinhas” no Carnaval. Então, que tal trocarmos por diversão? As futuras mamães também participam da folia, basta ter a liberação do obstetra e pronto já podem colocar a fantasia. 

Porém, segundo o obstetra, coordenador científico de ginecologia e obstetrícia do Hospital e Maternidade São Luiz, unidade Anália Franco, Eduardo de Souza, as gestantes devem atentar-se principalmente a três fatores: não se cansar demais, cuidar da hidratação e manter a alimentação adequada. “Grávida não pode ficar muito tempo sem se alimentar, pois há o risco de hipoglicemia. Além disso, deve evitar grandes aglomerações, pelo risco de disseminação de algumas doenças (como viroses), risco de hipotensão (a ser combatida com a ingestão de muito líquido)”, recomenda o especialista.

Na hora de vestir a fantasia Dr. Eduardo alerta as barrigudinhas. “Preste atenção ao vestuário (peso de fantasias, sobrecarga da coluna). Não fique o tempo todo em pé por período prolongado, pode causar inchaço, piorar varizes, dores na coluna.”

Samba no pé

Marchinhas na ponta da língua e gingado na ponta do pé. Não há evidências científicas de que atividade física possa determinar abortamento ou trabalho de parto prematuro. Mas, o obstetra recomenda o bom senso. “Se a gestante está com sangramento, ou tiver risco para o parto prematuro, o melhor é não abusar e sim descansar no Carnaval e buscar outras alternativas.”

Para as gestantes liberadas, o calçado ideal é o tênis, pois as sandálias (com ou sem salto) deixam o tornozelo desprotegido, facilitando uma possível torção. 

Já, para as mulheres que preferirem praia ou piscina, é imprescindível ter sempre consigo protetor solar FPS 30 ou mais, protetor labial, óculos de sol e chapéu, não esquecendo de reaplicar o bloqueador a cada 3 horas.

“É importante aumentar a hidratação, beber muita água, sucos naturais, isotônicos e água de coco. Entretanto, o uso de bebida alcoólica deve ser descartado”, afirma Dr. Eduardo. 

Depois da folia, o ideal é tomar um bom banho de água morna para relaxar e deixar as pernas elevadas, com o intuito de melhorar a circulação e prevenir dores musculares.

Mas, se você já passou dessa fase e está com o seu bebê no colo, que tal pular juntos?

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Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero mamar…Esta marchinha parece ter sido feita especialmente para você nesse Carnaval? Pensando nisso, a Sempre Materna dá dicas para você cair na folia com o seu bebê. 

Par um dos maiores e mais divertidos feriados do ano, uma boa opção para a família é viajar. Mas, sem se esquecer das necessidades da criançada. O pediatra, Moisés Chencinski, faz suas principais recomendações. 

- Escolha bem o horário da viagem e da diversão. O organismo das crianças funciona como um reloginho tem horário para dormir, comer, mamar. Respeite; 

- Cuidado com o som muito alto para não prejudicar a audição dos pequenos. Mantenha distância das caixas de som. Assim evita a irritação e choradeira do bebê; 

- Evite ficar em meio a multidões, prefira lugares mais tranquilos e arejados; 

- Faça uma pulseirinha de identificação para seu filho com nome da criança, dos pais, telefone e endereço; 

- Cuidado com o mar e piscinas, não deixe a criança sozinha; 

- Atenção ao sol. Prefira se divertir antes das 10 ou após as 16 horas e não se esqueça do protetor solar;

- Para crianças abaixo de 6 meses de idade, ofereça apenas o leite materno

- Ofereça sempre bastante líquidos (nessa época a hidratação é fundamental); 

- Frutas frescas são refrescantes no verão e podem ajudar, também, na digestão. As vitaminas e as fibras são fatores importantes na proteção contra os abusos alimentares das festividades.  

- Leve muito líquido, principalmente água (a hidratação é fundamental);

 - Nada de alimentação pesada durante a viagem. Crianças ficam facilmente nauseadas e, em viagens mais demoradas, sob o sol, podem até vomitar no carro. Programe pausas em algum posto na estrada para que tanto crianças quanto adultos possam ir ao banheiro, quer seja para as necessidades, quanto para se esticar e se refrescar. 

Cardápio 

Em meio a tanta animação, serpentinas e confetes, a alimentação não pode ser deixada de lado. A higiene e a escolha de pratos saudáveis é essencial e os pais precisam ficar atentos. “O uso e a conservação dos alimentos devem ser sempre considerados. Maioneses, ovos, molhos e cremes necessitam de preparos cuidadosos e conservação impecável para que não causem reações graves, como intoxicações alimentares”, explica o Dr. Moises. 

Entretanto, a questão não se resume ao cardápio em si. O problema também está na quantidade do que se come. Segundo o especialista, controlar os abusos deve ser o primeiro grande desafio dos cuidadores. Se o limite de tolerância for ultrapassado, o organismo pode responder com uma reação alérgica (amendoins, paçocas, corantes) ou de uma intoxicação (molhos, maioneses, cremes), com riscos de quadros como urticária, diarreia, vômitos e até desidratação. “Essas situações podem requerer uma visitinha ao pronto socorro ou, em casos mais graves, até uma internação hospitalar para hidratação e tratamento medicamentoso.” 

Fantasias

Batman, Homem Aranha, Cinderela, Havaina…De qual personagem o pequeno quer se vestir? Na hora de escolher a fantasia preste atenção no tecido, para que seja leve e arejado e não aperte o bebê, como o algodão.

Cuidado também com os adereços, mantenha a criança longe de espadas, lanças e objetos pontiagudos. 

Há também quem prefira usar a pintura. Essa opção é indicada para maiores de 2 anos, e com tinta adequada e antialérgica para evitar intoxicações. Ainda assim faça um teste antes de aplicar na face do pequeno. 

Por: Carolina Ildefonso

19

novembro

Passaporte para a maternidade

19 de novembro de 2010 | Por: Keila

maternidade

Não há ninguém melhor para saber o que uma grávida sente, a não ser ela mesma.  A ansiedade de ter seu pequeno nos braços, de ver tudo arrumadinho em casa para a chegada do baby e a hora de ir pra maternidade são preocupações fixas da gestante.

No fundo no fundo, assim como eu, todas as futuras mamães ficam pensativas. Nossa, como será a hora do parto? Em seguida, é inevitável não lembrar das imagens de filmes, novelas e de documentários de canais fechados, que o personagem principal não é o bebê e sim o sangue.

Pare com isso! A informação e o conhecimento dos procedimentos é o melhor caminho. Hoje em dia um dos nomes mais famosos do Universo da maternidade é o tal do Plano de Parto, que faz uma mega diferença nos resultados.

Organizar, conhecer, conversar com o médico sobre tudo que acontece e poderá acontecer faz nós, mulheres curiosas, nos envolvermos cada vez mais com o assunto e deixarmos nosso instinto de mãe à flor da pele. Aí é fácil, tudo acontece com muita naturalidade.

Ainda assim, não adianta negar, a palavra hospital, ou melhor, maternidade dá um friozinho na barriga. Por isso, o melhor a fazer é visitá-la com antecedência. Nesse momento a intimidade com o ambiente e com a equipe médica faz diferença.

Mas, não deixe para muito tarde, pois pode não dar tempo. O ideal é que a visita aconteça até o sétimo mês de gravidez para conseguir caminhar bastante pelos corredores. Boa viagem! Faça um belo e produtivo passeio na maternidade enquanto espera o seu bebê.

Dicas para o check list:  

  • Marque um dia e vá junto com o papai. Seja curiosa mesmo e tire todas as suas dúvidas. 

 

  • Veja as salas de apoio à amamentação, como serão os cuidados com o bebê, se possui tecnologia suficiente para ampará-los em caso de necessidade.

 

  • A maternidade deve ter uma equipe multidisciplinar – composta por obstetra, neonatologista e anestesista – de plantão 24 horas, com pronto-atendimento clínico e obstétrico.

 

  • É fundamental também laboratório de análises clínicas, diagnósticos por imagem (ultrassonografia e tomografia computadorizada) e bancos de sangue e de leite.

 

  • O ideal é que tenha um cartório dentro da maternidade, assim como no Hospital e Maternidade São Luiz.

 

  •  É importante saber quais os recursos oferecidos para os pais com filhos na UTI, como sala de descanso, método mãe/pai-canguru, lactários e apoio psicológico.

 

  • Quando for fazer a visita, observe como é monitorada a movimentação do recém-nascido. É fundamental ter seguranças ou câmeras. O bebê só pode circular pelos corredores do hospital com alguém da equipe do berçário – nem o pai pode. Há sistemas eletrônicos que conferem a pulseira do bebê com a da mãe e permitem saber onde ele está em tempo real.

 

  • Confira se há salas de pré-parto conhecidos como labor Delivery Room (LDR), mais espaçosas, com estrutura para anestesia e outros procedimentos e equipamentos que aliviam a dor e estimulam o parto, como banheira e cromoterapia.

 

  • Veja também se você pode amamentar logo depois que o bebê nascer e se o pai pode dar o primeiro banho.

 

  • Converse com seu médico e decida se você quer fazer a coleta das células-tronco do cordão umbilical.

 

  • Outra opção a ser observada é o alojamento conjunto, quando o recém-nascido passa a maior parte do tempo no quarto com os pais. É importante ver a disponibilidade da equipe de enfermagem tanto para auxiliar você com os cuidados com o bebê (como na troca de fraldas ou no banho) quanto para tirar suas dúvidas sobre a amamentação.

 

  • Faça o caminho da sua casa até o hospital no fim de semana e estime quanto tempo a mais gastaria se o trânsito estivesse ruim. Marque também rotas alternativas.

 

  • Fique de olho nos serviços extras: Algumas maternidades têm equipe de foto e filmagem para acompanhar o parto, outras contratam chefs para fazer o cardápio junto com a nutricionista. E até serviços de manicure, pedicure e cabeleireiro. Não deixe de se informar.

12

novembro

Mãe de menino

12 de novembro de 2010 | Por: Keila

Quando ficamos grávidas ouvimos milhões de comentários sobre noites mal dormidas, doenças que os bebês podem pegar, volta – não volta da licença maternidade, enfim o que tem de gente pra colocar minhoca na nossa cabeça por ai, não é brincadeira.

Mas, as informações que a gente realmente precisa sempre são mais difíceis. Dá para imaginar que cuidar de menino é diferente de cuidar de menina? Acredite é verdade e eu vou te provar. Você sabe o que é fimose?

Fimose é a impossibilidade do menino exteriorizar a cabeça do pipi graças a uma alteração da pele – chamada tecnicamente de prepúcio -  que recobre todo o órgão genital do pequeno.

Sabem o que isso significa? Cuidado, cuidado e mais cuidado! Apesar da anomalia ser comum na infância ela pode trazer graves consequências ao menino, como dificuldade para urinar, inchaço, dor e um monte de problemas “de gente grande.” Por isso, limpar tudo direitinho é fundamental. E é essa nossa “super misão” de mãe, afinal, temos que cuidar de uma coisinha que nós não temos.

Lembra daquelas pessoas que falam minhocas na nossa cabeça? Elas aparecem denovo. Talvez seja porque temos a mania de procurá-las antes de consultar um especialista. E dessa vez, alertam: “Olha, isso não tem remédio em, faz uma massagem e força a exposição da cabecinha, senão seu filho vai ter que ser operado.”

Nós, meras mamães mortais, acreditamos e… Problemas à vista. Forçar a exposição só piora a situação. E, o problema tem remédio sim. Há pomadas no mercado para ajudar no tratamento da fimose. A maioria dos trabalhos com essas pomadas revelam resultados favoráveis de 80 a 90% dos casos.

A gente fica nesse papo de comadre e nem percebe como a natureza é sábia. Pois, o objetivo do prepúcio é proteger a glande e o meato uretral externo das assaduras, infecções e traumatismos. Além disso, na maioria dos casos a fimose desaparace até os três anos de idade.

Conclusão: A história de “sempre procure um especialista” deve ser levada ao pé da letra. E, mamães, deixem os pipis dos meninos em paz.shutterstock_19745962

15

outubro

Caminhada Gestante Ativa

15 de outubro de 2010 | Por: Keila

caminhada

Gravidez não é doença! Por esse motivo, andar, caminhar, se divertir não é proibido. Então, nada melhor do que aproveitar esses nove meses que passam rapidinho. Depois, você vai sentir saudades.

Hoje em dia existem tantos encontros para a terceira idade, para crianças, para atletas…Nada mais justo do que ter também um dia especial, saudável e com bem-estar também para as gestantes, não é mesmo?

Pensando nas futuras mamães, a Zazou Moda Gestante, o Mais Vida Gestante e a Proativa Club decidiram fazer no  dia 21 de novembro, no Rio de Janeiro, a Caminhada Gestante Ativa.

Será um dia muito agradável, que começará às 9 horas da manhã, em frente ao clube Monte Líbano e perto do Caiçaras. As grávidas inscritas previamente terão direito a seções gratuitas de massagens, com produtos do Boticário e de fotos com a fotógrafa Andreia Moreno.

Além disso, haverá atendimento para cálculo do peso corporal com dicas especiais de alimentação com as nutricionistas Aline Nascimento e Aline Rodrigues. Depois, as gestantes poderão se alimentar de frutas, sucos e água.

No final da caminhada, ainda terá distribuição de brindes e sorteios de diversas empresas que ajudaram na organização e no apoio do evento, como nós da Revista Sempre Materna.

Gostou? Inscreva-se já pelo e-mail contato@proativaclub.com.br.

E se você não é carioca e gostaria de participar, fique atenta às seguintes programações.

08

outubro

Quer brincar comigo?

8 de outubro de 2010 | Por: Keila

para blog

Ser criança não é tão simples assim. Ao nascer é que começam as dificuldades. Ninguém entende quando o bebê está com fome ou dor de barriga, nem sempre atendem suas vontades e ainda precisa ir para o colo dos adultos e rir das suas caretas. 

Por volta dos nove meses de idade, o pequeno está aprendendo a falar e é forçado a repetir todas as frases da mamãe, no mínimo três vezes ao dia, sem contar quando  chegam as visitas. Ainda nessa época, se arrastar pelo chão é uma das únicas formas de se locomover sozinho. Até que um adulto pega na sua mão ajuda a dar os primeiros passos. Ooo equilíbrio difícil!

Acordar cedo para ir para a escolinha também não é nada fácil, sem contar as lições de casa. Aí pronto, as responsabilidades não param mais. Com certeza você já ouviu ou falou essa frase. “Eu era feliz e não sabia. Que saudade da minha infância!”

E só parar e pensar um pouquinho que vemos quantas responsabilidades tem a criança logo que chega ao mundo. Mas, para compensar tanto trabalho, a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas e a UNICEF criaram, em 20 de novembro de 1989, a Declaração dos Direitos das Crianças, com dez princípios:

 I – À igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade

  • A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer excepção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição económica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.

II – Direito a especial proteção para o seu desenvolvimento físico, mental e social.

  • A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e serviços a serem estabelecidos em lei e por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.

III – Direito a um nome e a uma nacionalidade.

  • A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.

IV – Direito à alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe.

  • A criança deve gozar dos benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados.

 V – Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.

  • A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre de algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular.

VI – Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.

  • A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afecto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência. Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas.

VII – Direito á educação gratuita e ao lazer infantil.

  • O interesse superior da criança deverá ser o interesse director daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais.
  • A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito.
  • A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita – em condições de igualdade de oportunidades – desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade.

VIII – Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes.

  • A criança deve – em todas as circunstâncias – figurar entre os primeiros a receber protecção e auxílio.

IX – Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho.

  • A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objecto de nenhum tipo de tráfico.
  • Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

X – Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.

  • A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.

Com todos esses direitos em dia, é só ser feliz e se divertir de montão.

Aliás, brincadeiras não faltam: pega-pega, esconde-esconde, amarelinha, pula corda, ioiô, bola, boneca, carrinho, patins, bicicleta…

A Sempre Materna entrou na brincadeira e deseja a todos Feliz Dia das Crianças!

08

setembro

Apertem os cintos

8 de setembro de 2010 | Por: Keila

Você já está com carro devidamente equipado para passear com seu filho? Desde 1º de setembro, andar sem as famosas cadeirinhas é pedir para levar multa. Agora, acabou o tempo de orientação e tolerância. Para quem deixou para a última hora é melhor gastar com a cadeirinha do que ter R$191, 54 de prejuízo, perder sete pontos na carteira de habilitação e ainda ter o automóvel retido até a instalação correta do equipamento.

A fiscalização não tem dó de ninguém. Simplesmente fica com o carro, e coloca mãe e filho para ir embora de táxi. Já pensou? O melhor é os pais estarem bem informados sobre o que pode ou não na nova lei para não cometerem infrações e não serem prejudicados.

Sem chororo da criançada. Nada de querer ir sentado no meio dos bancos dianteiros para ficar mais pertinho dos pais, para ver o DVD ou trocar as músicas do rádio. Bebês de até 7 anos e meio de idade precisam de atenção especial no transporte. Por isso, fique de olho na balança e na altura do seu filho, pois são esses itens junto à idade que determinam qual assento ele deve passear.

cadeirinha

Cada um no seu lugar…

 

  • Para os pequenos de até 1 aninho de idade, o lugar certo são os bebês conforto.

 

  • Já as crianças entre 1 e 4 anos devem passear nas cadeirinhas com encosto e cintos próprios.

 

  • De 4 a 7 anos e meio, mesmo já com opinião própria devem se sentar nos assentos de elevação.

 

  • Para que tem mais de 1,45 de altura, sempre usar o próprio cinto de segurança.

 Confira se está tudo certinho e boa viagem!!!

29

julho

Leitinho materno

29 de julho de 2010 | Por: Keila

mamarDia primeiro de agosto começa a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Muita gente aproveita a data para fazer campanhas de conscientização já que muitas mamães (principalmente as de primeira viagem) não fazem ideia de como o leite materno é importante para o bom desenvolvimento do bebê e recuperação dela.

Quer ver como posso te convencer?

Benefícios para o bebê

Faça chuva ou faça sol ele tem água em quantidade suficiente

Contém proteína, gordura e vitamina na medida certa

A digestão é bem fácil

Leite materno contém endorfina, substância química que ajuda a suprimir a dor

Crianças que tomam mamadeira têm maior risco de obesidade na vida adulta

O leite materno protege o bebê de infecções (especialmente diarréias e pneumonias)

O ato de sugar é importante para o desenvolvimento da mandíbula, dentição e músculos da face

Vantagens para a mamãe

Diminui o tempo de sangramento pós-parto e faz o útero voltar mais rápido ao tamanho normal

Ajuda a mãe a voltar mais rápido ao peso pré-gestacional

Pode reduzir a chance de câncer de ovário e de mama

É mais prático: está sempre pronto e na temperatura certa

É bem mais barato

Aumenta os laços afetivos, pois o bebê se sente mais seguro

 Viu? Não tem nenhuma contraindicação. Especialistas indicam exclusividade do leite materno até o sexto mês, mas ele pode continuar como alimento até os dois anos de vida do pequeno.